Retratos e Retalhos


O que a gente não entende

Enviado em Cotidiano por Priscilla Silva em 8 08UTC setembro 08UTC 2011
Tags: , , , , , ,

Falamos de coisas que não sabemos, brigamos por convicções que se desfazem com o tempo, discutimos por motivos fúteis, julgamos sem saber, apontamos sem conhecer.

Somos humanos por isso toleramos. Quase sempre em silêncio descubro a razão, que o silêncio das palavras sempre me soaram  mais agradáveis, os gestos individuais são mais sinceros e belos.

Cada um encontra uma forma de se manifestar e brigar por aquilo que incomoda, naquele momento. A observação da vida ensina que; o que desagrada são problemas e conflitos desconhecidos, por ainda sermos imaturos ou pequenos demais para compreendê-los.

Cada um carrega uma luta, se todos lutarem por uma só causa muito lixo seria arrastado para baixo do tapete. Por isso cuidado! O apego incondicional e pré-conceituoso, cega.

 Somos impulsionados a viver de acordo com as circunstâncias e é com cuidado que devemos seguir, para não abandonar o que carregamos como importantes; em particular levo comigo o respeito e gentileza.

Da impossível perfeição aprendemos quando saímos dos trilhos das nossas crenças, é que estamos sempre sendo provados ao impossível.

O que me desperta sentimentos

Enviado em Relativo por Priscilla Silva em 22 22UTC agosto 22UTC 2011
Tags: , ,

Cícero’ me levar para outro lugar, onde eu não sei qual é, mas é um lugar que me deixa feliz e tranquila. ‘Los Hermanos’ me enche de felicidade, ao mesmo tempo serve de trilha para os dias mais tristes, mas não é uma tristeza ‘triste’, é prazerosa e saudável. Para viver de verdade, precisamos aprender a apreciar a tristeza e a solidão.

Solidão, porque não é mistério que todos na verdade, estamos sós e morreremos sós. É ilusão colocar toda a sua vida nas mãos de uma pessoa, que não tem obrigação de cuidar dela, nem precisa assumir a responsabilidade de fazê-lo feliz.

Yael Naim, me transporta para onde há luz, com ‘New Soul’, me sinto de volta para casa, mais perto de Deus e feliz pelos que fiz da vida. Mas ‘Far Far’ já me  faz lembrar dos dias mais difíceis da minha vida até agora, o dia da ausência silenciosa da saudade. Quando eu precisei passar dias e dias escrevendo para tentar suportar a dor, mas esta canção diz muito mais que isso, ela fala de uma garota distante, que vive em mundo mais distante ainda, dentro do seu interior.

A música sempre trilhou a minha história e certamente  não sei viver sem ela.

Obs. Não considere nada como afirmação, tudo é tão relativo.

Desligado

Enviado em Cotidiano por Priscilla Silva em 7 07UTC agosto 07UTC 2011
Tags: , , , ,

Há muito tempo parei de escrever e foi o mesmo que parar de pensar em mim. As palavras sempre me serviram como uma forma de terapia, os pensamentos são desconexos e complicados demais.

A vida começa a te levar de um jeito automático, existe um vazio de personalidade, sonho e desejo. Parar e pensar dá medo, analisar o rumo de uma vida causa aflição. Alguns se escondem e tentam se enganar, até uma hora que a sua mente desliga e tudo o que as pessoas enxergam em você é o seu corpo agindo sem alma.

Parece triste, mas provavelmente é uma defesa da mente, uma forma que a maioria das pessoas abraçam para poupar-se da dor, ou do sofrimento que elas mesmas criaram em com as suas imaginações.

A maioria das pessoas se escondem sub o véu de um sorriso, o que não tiram delas a expressão humana de que sempre falta alguma coisa.

Existe um acordo tácito entre nós e muitas das expressões incomuns no dia-a-dia são ignoradas. Esta é a superficialidade em que vivemos com medo dos nossos sentimentos.

As palavras e gestos carregam muito mais vida do que quem lê imagina.

Próxima Página »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.