Retratos e Retalhos


O que a gente não entende

Enviado em Cotidiano por Priscilla Silva em 8 08UTC setembro 08UTC 2011
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Falamos de coisas que não sabemos, brigamos por convicções que se desfazem com o tempo, discutimos por motivos fúteis, julgamos sem saber, apontamos sem conhecer.

Somos humanos por isso toleramos. Quase sempre em silêncio descubro a razão, que o silêncio das palavras sempre me soaram  mais agradáveis, os gestos individuais são mais sinceros e belos.

Cada um encontra uma forma de se manifestar e brigar por aquilo que incomoda, naquele momento. A observação da vida ensina que; o que desagrada são problemas e conflitos desconhecidos, por ainda sermos imaturos ou pequenos demais para compreendê-los.

Cada um carrega uma luta, se todos lutarem por uma só causa muito lixo seria arrastado para baixo do tapete. Por isso cuidado! O apego incondicional e pré-conceituoso, cega.

 Somos impulsionados a viver de acordo com as circunstâncias e é com cuidado que devemos seguir, para não abandonar o que carregamos como importantes; em particular levo comigo o respeito e gentileza.

Da impossível perfeição aprendemos quando saímos dos trilhos das nossas crenças, é que estamos sempre sendo provados ao impossível.

Um dia que deu certo…

Enviado em Cotidiano por Priscilla Silva em 24 24UTC agosto 24UTC 2011
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Acordar e não esperar muito do dia é uma proposta para que seu dia seja bom. Acordar e não pensar no que pode vir a ser seu dia é indiferença para a as próximas 24 horas.

Um dia que deu certo veio desta indiferença. Nada se pensava, nada se esperava, apenas se vivia de acordo com as regras impostas. O *presente inusitado pode não ser uma grande peça, mas é a peça que pode te deixa feliz.

Passar um dia inspirador cheio de ideias que poderão ser executadas durante vários dias, também contribui para alimentar um bom dia, nem que seja em proporção quase imperceptível. Sair no horário que programaram para você sair todos os dias, atravessar a rua e encontrar o seu ônibus a sua espera, parece que tudo está dando certo.

 Ser a primeira a entrar na sala de cinema é uma delícia. Assistir ao filme sem ninguém por perto é encantador.

Aprendia a arte de ir ao cinema sozinha com um grande amigo, ele me ensinou que para viver momentos maravilhosos na minha vida, não é preciso ter sempre alguém do seu lado para compartilhar. E viver momentos assim é algo viciante.

Assistir um filme que te leva para dentro das cenas é vive-lo sem interrupções e comentários, depois voltar para casa com um sorriso bobo no rosto. Muitos diriam que esse sorriso seria de apaixonada e todos estão certos. As imagens, o roteiro, os personagens aquela história contata… resistem por muito mais tempo na mente, é como se a sua vida por algumas horas fosse a continuação daquilo que ficou nas telas dos cinemas. Ainda flutuo com Meia Noite em Paris que entraram em minhas memórias….a exatas três horas atrás.

Yes, I’m a New Soul…

O que me desperta sentimentos

Enviado em Relativo por Priscilla Silva em 22 22UTC agosto 22UTC 2011
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Cícero’ me levar para outro lugar, onde eu não sei qual é, mas é um lugar que me deixa feliz e tranquila. ‘Los Hermanos’ me enche de felicidade, ao mesmo tempo serve de trilha para os dias mais tristes, mas não é uma tristeza ‘triste’, é prazerosa e saudável. Para viver de verdade, precisamos aprender a apreciar a tristeza e a solidão.

Solidão, porque não é mistério que todos na verdade, estamos sós e morreremos sós. É ilusão colocar toda a sua vida nas mãos de uma pessoa, que não tem obrigação de cuidar dela, nem precisa assumir a responsabilidade de fazê-lo feliz.

Yael Naim, me transporta para onde há luz, com ‘New Soul’, me sinto de volta para casa, mais perto de Deus e feliz pelos que fiz da vida. Mas ‘Far Far’ já me  faz lembrar dos dias mais difíceis da minha vida até agora, o dia da ausência silenciosa da saudade. Quando eu precisei passar dias e dias escrevendo para tentar suportar a dor, mas esta canção diz muito mais que isso, ela fala de uma garota distante, que vive em mundo mais distante ainda, dentro do seu interior.

A música sempre trilhou a minha história e certamente  não sei viver sem ela.

Obs. Não considere nada como afirmação, tudo é tão relativo.

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